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sexta-feira, 10 de julho de 2009

(des)animo


Faltam forças, falta animação. As palavras são constantemente interrompidas, as mãos precisam ser levadas ao rosto a todo momento. O único calor que, de alguma forma, tem efeito é o do seu abraço.

I'll be there


Você e eu devemos fazer um pacto
Devemos trazer de
volta a salvação
Onde existir amor
Eu estarei lá

Eu esticarei minha mão pra você
Eu terei fé em tudo que você fizer
Apenas chame meu nome
E eu estarei lá

E, estarei lá pra te confortar
Construir meu mundo de sonhos em sua volta
Estou tão feliz por ter te encontrado
Estarei lá com um amor que é forte
Serei sua força, continuarei firme

Me agarrando à você
Sim, vou estar... Sim, vou estar...

Deixe-me encher seu coração com alegria e risos
União é tudo que estou buscando
Apenas chame meu nome
Eu eu estarei lá

Eu estarei lá pra protegê-lo
Com um amor verdadeiro eu irei respeitá-lo
Apenas chame meu nome
E eu estarei lá

Eu estarei lá pra te confortar
Construir meu mundo de sonhos em sua volta
Estou tão feliz de ter te encontrado
Estarei lá com um amor tão forte
Serei sua força, você continuará firme

Se algum dia você encontrar um novo alguém
Sei que ela será boa pra você
Porque se ela não for
Então eu estarei lá

Eu estarei lá
Eu estarei lá
Apenas chame meu nome
E eu estarei lá

[ Michael Jackson ]

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Medo

Medo do que vem por aí. Eu sei que tudo vai dar certo, mas ao mesmo tempo eu me sinto insegura em pensar nisso. TUDO VAI DAR CERTO! Te preciso. TE AMO!

Só é preciso ter fé...

terça-feira, 7 de julho de 2009

Alívio Imediato


Que a chuva caia como uma luva
Um dilúvio, um delírio
Que a chuva traga alívio imediato
Que a noite de repente caia
Tão demente quanto um raio
Que a noite traga alívio imediato

[ Humberto Gessinger ]

sábado, 4 de julho de 2009

Devaneios

Passada a tempestade é visível que os dias claros estão próximos. Talvez sejam apenas um ou dois, mas eles chegaram. São por eles que eu tanto espero. Até para que eu constate que tudo realmente não passava de ilusões da minha tão confusa mente. É bom te ter por perto!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Sutilmente


(...)
E quando eu estiver
Triste
Simplesmente
Me abrace
E quando eu estiver
Louco
Subitamente
Se afaste
E quando eu estiver
Bobo
Sutilmente
Disfarce...

Mas quando eu estiver
Morto
Suplico que não me mate não
Dentro de ti

Mesmo que o mundo
Acabe enfim
Dentro de tudo
Que cabe em ti

[ Samuel Rosa/Nando Reis ]

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Quebra-cabeça.


Sentindo uma incontrolável necessidade de escrever. Não sei exatamente sobre o que e nem porquê. Eu definitivamente sinto isso quando não estou muito bem. Talvez não haja motivo para não estar bem. Ou talvez o motivo realmente existe e, eu queira desesperadamente varrê-lo para debaixo de um tapete gigante. Quem nunca quis fazer isso?
Talvez eu devesse não mais esperar tanto assim. Talvez eu não devesse demonstrar tanto assim. Talvez eu devesse não mais precisar tanto assim. Será?
Pode ser uma fase. Pode ser impressão. Afinal, não é sempre que as coisas trilham o caminho que queremos.

Ao som de: Wish you were here - Pink Floid

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Sobra tanta falta.


Fica o vazio, após o tchau. Fica o fantasma, quando o concreto se vai. Ficam as marcas de poeira ao redor dos quadros e os longos fios substituindo o ar.

Ficamos eu e você, aqui e aí. Um vazio momentâneo, uma saudade permanente, uma dor que vai e vem, que só entende quem sente.

Fica o vazio em dias assim. Quando você parece distante. Quando tudo parece se esvair com demasiada facilidade.

Mas vai passar.


Eclipse

Eu escancarei a porta - ridiculamente ansiosa - e lá estava ele, meu milagre pessoal.
O tempo não me deixara imune à perfeição de seu rosto, e eu tinha certeza de que nenhum aspecto dele deixaria de me surpreender. Meus olhos acompanhavam suas feições pálidas: o quadrado do queixo, a curva suave dos lábios cheios - agora retorcidos num sorriso -, a linha reta do nariz, o ângulo agudo das maçãs do rosto, o mármore macio da testa - parcialmente oculta por uma mecha de cabelo bronze, escuro com a chuva...
Deixei os olhos para o final, sabendo que, quando olhasse dentro deles, talvez perdesse o fio do pensamento. Eles eram grandes, calorosos como de ouro líquido, emoldurados por uma franja grosssa de cílios escuros. Olhar seus olhos sempre fazia com que eu me sentisse extraordinária - como se meus ossos tivessem virado esponja. Eu também ficava um pouco tonta, mas isso devia ser porque eu me esquecia de respirar. De novo.

não sei.


Ontem olhei para o céu e pude ver estrelas onde outrora só via nuvens. Não sei ao certo quem mudou; eu ou o céu*